Problema

O número de leitores diminuiu por causa da rotina acelerada e a concorrência com as telas digitais.

O número de leitores diminuiu por causa da rotina acelerada e a concorrência com as telas digitais.

RESULTADO

Desenvolvimento de uma interface de gameficação otimizada para dispositivos móveis (mobile-first), que incentive leituras rápidas e transforme a experiência em algo envolvente e divertido.

95% dos usuários concluíram todas as tarefas, indicando alta usabilidade e engajamento.

Desenvolvimento de uma interface de gameficação otimizada para dispositivos móveis (mobile-first), que incentive leituras rápidas e transforme a experiência em algo envolvente e divertido.

95% dos usuários concluíram todas as tarefas, indicando alta usabilidade e engajamento.

Processo de design

Etapa 1: Pesquisas & Descobertas

Utilizei as metodologias de Desk Research, Benchmarking e aplicação de questionário (mais de 45 respostas).

Principais dores dos usuários:

  • Falta de tempo e motivação.

  • Distrações constantes, especialmente pelo uso de redes sociais e outras telas.

Insights do benchmark: os aplicativos existentes cumprem bem a função de organizar leituras, mas ainda carecem de mecanismos que incentivem o engajamento e a motivação de forma contínua.

Utilizei as metodologias de Desk Research, Benchmarking e aplicação de questionário (mais de 45 respostas).

Principais dores dos usuários:

  • Falta de tempo e motivação.

  • Distrações constantes, especialmente pelo uso de redes sociais e outras telas.

Insights do benchmark: os aplicativos existentes cumprem bem a função de organizar leituras, mas ainda carecem de mecanismos que incentivem o engajamento e a motivação de forma contínua.

ETAPA 2 E 3: IDEAR E DECIDIR

Utilizei o Crazy 8’s, uma dinâmica que consiste em rascunhar oito ideias em oito minutos, dedicando um minuto para cada tela.

Meu objetivo foi explorar o maior número possível de soluções de forma rápida e sem julgamentos.

Nessa etapa, busquei referências e comecei a testar diferentes estruturas. Como resultado, desenvolvi mais de 24 “rabiscoframes”.

Utilizei o Crazy 8’s, uma dinâmica que consiste em rascunhar oito ideias em oito minutos, dedicando um minuto para cada tela.

Meu objetivo foi explorar o maior número possível de soluções de forma rápida e sem julgamentos.

Nessa etapa, busquei referências e comecei a testar diferentes estruturas. Como resultado, desenvolvi mais de 24 “rabiscoframes”.

Etapa 4: Prototipação

Comecei pelos wireframes, organizando a estrutura e os fluxos principais. Em seguida, desenvolvi o design system de baixa complexidade, garantindo consistência visual e padronização dos componentes. Por fim, criei um protótipo funcional para validar a navegação e a experiência do usuário.

Comecei pelos wireframes, organizando a estrutura e os fluxos principais. Em seguida, desenvolvi o design system de baixa complexidade, garantindo consistência visual e padronização dos componentes. Por fim, criei um protótipo funcional para validar a navegação e a experiência do usuário.

Protótipo Funcional

Etapa 5: Teste com usuários

Conduzi testes de usabilidade com o objetivo de avaliar a experiência do usuário ao interagir com o fluxo de desafios, identificando pontos de fricção, dificuldades e oportunidades de melhoria.

Utilizei a plataforma Maze para validar o protótipo com usuários reais, analisando seus comportamentos, tomadas de decisão e taxa de sucesso nas tarefas propostas.


  • + 10 respostas coletadas;

  • Teste não moderado.

Conduzi testes de usabilidade com o objetivo de avaliar a experiência do usuário ao interagir com o fluxo de desafios, identificando pontos de fricção, dificuldades e oportunidades de melhoria.

Utilizei a plataforma Maze para validar o protótipo com usuários reais, analisando seus comportamentos, tomadas de decisão e taxa de sucesso nas tarefas propostas.


  • + 10 respostas coletadas;

  • Teste não moderado.

Próximos passos

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